Kawasaki apresenta trail e motard 125

Lançamentos da marca verde surgem como novas opções de baixa cilindrada.

Conhecida por suas máquinas de muita esportividade, tanto na terra como no asfalto, a Kawasaki inova em lançar dois modelos de baixa cilindrada com pretensões utilitária. As motocicletas tratam-se da KLX 125, uma pequena trail, e sua irmã supermotard, a D-Tracker 125.

As duas motocicletas compartilham basicamente da mesma estrutura e são impulsionados por um propulsor de 125 cm³, 4T, refrigerado a ar e com injeção eletrônica. Enquanto isso, o chassi é tubular dupla viga de aço— mesmo material da balança.

Além de algumas diferenças visuais, a D-Tracker possui modificações em suas rodas, suspensões e pneus para se adaptar ao estilo supermotard. Ambas serão produzidas na fábrica da Kawasaki na Tailândia. Os dois produtos se encaixariam perfeitamente no mercado brasileiro, para brigar, por exemplo, com a Honda Bros 150 e Yamaha XTZ 125.

Suzuki V-Strom 1000 agrada a todos os gostos

Robusta e com design marcante, ela agrada em todos os aspectos. Sinônimo de versatilidade, encara aventuras tanto no asfalto quanto em estradas de terra. Essa dualidade se reflete em seu design: enquanto a carenagem frontal é marcada por linhas esportivas, os detalhes em seu corpo lembram os modelos off road. Sua identificação visual está ainda mais marcante devido às novas cores de seu grafismo e à cor das tampas laterais, agora diferentes da carenagem frontal. Além disso, o bagageiro, antes na cor prata, agora também está na cor preta, melhorando o design.


Robusta, a DL1000 V-Strom é mais leve que aparenta ser, pesa 208kg a seco. Sua altura, 1.395mm, além de dar-lhe um ar imponente, permite excelente ciclística. O conforto é garantido pelo posicionamento do guidão, que oferece uma boa postura ao piloto. O banco largo e macio também contribui com uma agradável viagem. O garupa tem seu conforto garantido amplo banco e pelo excelente posicionamento das pedaleiras. O bagageiro tem sua superfície emborrachada para facilitar o transporte de objetos. Acessórios como maleiros laterais podem ser conjugados para aumentar a capacidade de armazenar bagagens.

Dois dos itens que contribuem com a segurança são o pára-brisa e os faróis. O primeiro, com regulagem de altura, oferece proteção e conforto ao piloto e ao garupa, principalmente nas estradas. O conjunto óptico, formado por dois faróis multifocais, favorece as viagens noturnas e fornece iluminação acima da média. Agora as lentes das setas são na cor cristal e as lâmpadas na cor âmbar, fornecendo boa visibilidade de alerta.

O motor, um V-Twin de dois cilindros, quatro tempos e DOHC oito válvulas, oferece 996 cilindrada de pura adrenalina. O conjunto, com refrigeração líquida, garante potência máxima de 98HP a 7.600 rpm e torque máximo de 10,3kgf.m a 6.400 rpm. O sistema de injeção eletrônica controlado pelo ECM (Módulo Computadorizado de Gerenciamento do Motor), inclui dois corpos de borboletas de aceleração, um para cada cilindro, que dosam perfeitamente a mistura ar/combustível, fornecendo bom desempenho e economia. O sistema PAIR, que garante uma menor emissão de gases poluentes, também é controlado pelo ECM e injeta ar fresco captado na caixa de ar nas janelas de escape, de acordo com a velocidade desenvolvida e a carga aplicada no motor.

A suspensão dianteira é telescópica de amortecimento hidráulico, com pré-carga da mola ajustável. A traseira é composta por balança de amortecimento hidráulico tipo link, com ajustador remoto manual. O conjunto de amortecimento, aliado à excelente ciclística da motocicleta, faz com que a DL1000 V-Strom tenha uma capacidade de curva invejável.

O freio dianteiro é formado por duplo disco ventilado flutuante, cada um mordido por pinça deslizante de dois pistões de acionamento hidráulico. O traseiro possui disco ventilado flutuante, mordido por pinça deslizante de pistão simples de acionamento hidráulico. Esse sistema proporciona segurança de frenagem compatível com a potência da motocicleta. Seu painel, de fácil leitura e prática visualização, é mais que completo: possui, além de um belo design, velocímetro, tacômetro, hodômetro total e dois parciais, indicadores de temperatura, combustível e última marcha engatada, luzes de seta, neutro, farol alto, pressão de óleo e de fuel injection.

O modelo 2008 da DL1000 V-Strom pode ser encontrado nas cores preta e cinza, além da nova cor azul, que substitui a vermelha. As motocicletas Suzuki possuem um ano de garantia, sem limite de quilometragem. As concessionárias autorizadas têm ampla disponibilidade de peças originais de reposição e oferecem serviço de assistência realizado por mecânicos treinados pela própria fábrica.

O preço sugerido da DL1000 V-Strom é de R$ 48.584,00 (valor sujeito a alteração sem prévio aviso).

Suzuki Boulevard C1500 - Potência que marca presença

Pilotar a Boulevard C1500 é um convite sedutor para percorrer grandes distâncias, saboreando cada quilômetro. Esta robusta custom de 1500cc, já modelo 2008, chega às concessionárias autorizadas Suzuki nas novas cores branca e vermelha, além da clássica cor preta, que será mantida.


Seu potente motor possui 1.462cc, quatro tempos, dois cilindros em ?V?, refrigeração a ar/óleo (SACS), com máxima potência em baixa rotação e pico de torque a apenas 2.800 RPM. Um destaque deste modelo é a injeção eletrônica, que garante o ótimo funcionamento do motor em alta velocidade e nas retomadas de marcha. Além disso, tem rápida resposta de aceleração e economia de combustível.

O conjunto da Suzuki Boulevard C1500 está montado sobre um rígido chassi de berço duplo. O tanque de combustível, com capacidade de 14 litros, fica sob o assento, criando um baixo centro de gravidade, o que facilita a pilotagem e as manobras. A transmissão por eixo cardã e a bateria livre de manutenção, ambos com longa durabilidade, reforçam a confiabilidade oferecida por esse modelo.

A embreagem hidráulica possui limitador de retorno de torque e oferece suavidade na mudança de marcha. O manete de acionamento é regulável, adaptando-se facilmente à preferência do piloto.

A suspensão é formada por dianteira telescópica e traseira tipo ?link? com ajuste de pré-carga da mola, ambas amortecidas a óleo. Rodas de liga reduzem o peso e reforçam o apelo visual dessa custom, que conta ainda com um sistema de freio composto por duplo disco na dianteira, com acionamento hidráulico e pinças de dois pistões, e disco simples na traseira com acionamento hidráulico da pinça de quatro pistões opostos.

Piloto e garupa podem desfrutar de muito conforto ao viajar com a Suzuki Boulevard C1500, graças à posição de pilotagem, assento largo e amplas plataformas para os pés. O assento do garupa pode ser removido, expondo por completo o pára-lama traseiro. O painel oferece ótima visibilidade das informações do velocímetro, hodômetros total e parcial e marcador de combustível em cristal líquido (LCD).

O preço do modelo sugerido ao público é de R$ 48.294,00 (valor sujeito a alteração sem prévio aviso).


Da Redação Line Moto

Vulcam 900 - a Custom da Kawasaki

Os fãs do estilo custom são famosos em todo mundo pelo bom gosto, pela solidariedade e pelo carinho com que preservam os seus valores. Sucesso na Europa e nos EUA, a nova versão da Vulcan 900 Classic para o Brasil foi totalmente preparada para se adaptar às nossas normas ambientais, estradas e combustível, atendendo à demanda dos fãs brasileiros da marca Kawasaki Vulcan. A Kawasaki apresenta a nova Vulcan 900 Classic - a derradeira custom clássica “low-rider”.


Muito mais que um motor
Muitas motos custom de fábrica são grandes nas promessas mas pequenas no que de fato oferecem. Não é o caso da Vulcan 900 Classic, com seu motor V-Twin de 903 cc, amplo torque e moderna injeção eletrônica.

Tração por correia
Mais leve do que a tração por cardã proporciona melhor atuação da suspensão e qualidade de condução. É também mais eficiente, transferindo maior potência para a roda traseira, requer pouca manutenção e emite pouco ruído.

Quadro de dupla trave
A espinha dorsal rígida com seção da caixa de grande diâmetro permite um tanque de gasolina maior, e contribui para a elevada estabilidade e fácil dirigibilidade em baixas velocidades. A balança triangular parece um simples suporte do pára-lamas, mas contém um amortecedor oculto debaixo do assento. Longa e baixa, proporciona um assento com altura mínima, mas com impacto visual máximo. A longa distância entre-eixos contribui para a estabilidade da Vulcan 900 Classic na estrada.

Escapes com estilo
Mesmo com a efetivação de normas cada vez mais rigorosas de ruído emissões de gases, a engenharia da Kawasaki, ainda é capaz de projetar escapes compactos no melhor estilo custom, de acordo com as leis vigentes.

Relógios sobre o tanque
A partir do confortável assento da Vulcan 900 Classic você fácil acesso visual ao velocímetro e o indicador de combustível montados sobre o tanque.

O clássico encontra com o moderno
As tradicionais rodas raiadas e cromadas combinam harmoniosamente com o disco de freio de performance precisa e moderna.

Dianteira elegante
O garfo telescópico dianteiro de 41 mm combinado com a roda raiada reforçam as linhas clássicas da Vulcan 900 Classic.

Pneu traseiro largo
O pneu traseiro de 180 mm é mais largo do que é normalmente visto na maioria das motos custom de grande cilindrada. Proporciona ainda mais estabilidade, e projeta a imagem poderosa da Vulcan 900 Classic.

Se você quer saber mais sobre as motos custom clique aqui ou clique no menu "Custom" na barra lateral.

Da Redação Line Moto

Superar a crise com criatividade e capacitação

O XIX Congresso Fenabrave realizado entre os dias 12 e 14 de setembro em Brasília (DF) reuniu “pesos pesados” do cenário econômico e político, entre eles, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, os jornalistas Carlos Alberto Sardenberg e Alexandre Garcia, o ex-ministro Maílson da Nóbrega, além de Roberto Egydio Setúbal, presidente do Banco Itaú Unibanco. Em mais de 30 palestras, o Brasil foi “passado a limpo”. Os workshops e painéis de debate atraíram mais de duas mil pessoas ao Planalto Central para discutirem um tema macro: “Construir o futuro é desafio do presente!”.

Como cantou o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil no show de abertura do congresso, “andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar”... E essa mensagem parece que contagiou os empresários que discutiram claramente sugestões para o crescimento do setor automobilístico.

Sérgio Reze, presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), destacou que a superação da crise econômica no Brasil não ocorreu por um “passe de mágica”, já que várias estruturas empresariais estavam preparadas para enfrentar as dificuldades. “Os concessionários mostraram ter bases sólidas e conseguiram controlar duas áreas expostas ao risco – o caixa e os custos”, argumentou Reze. Porém, Reze disse que os segmentos de duas rodas e de caminhões ainda não se recuperaram da crise mundial.

Por Aldo Tizzani
Da Redação Line Moto

Honda Fan traz motor de 150 cm3 e injeção eletrônica

A CG 150 Fan ESi promete ser sucesso em vendas. Não é para menos: a nova motocicleta reúne motor de 150 cm3 alimentado por sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI, partida elétrica e design robusto que a tornam perfeita para uso diário, como meio de locomoção ou instrumento de trabalho. A própria sigla “ESi” ressalta duas destas características principais: a presença da partida elétrica (ES) e da injeção eletrônica (i). O modelo foi desenvolvido de olho em um público que deseja uma motocicleta mais potente que a CG 125 Fan, mas não quer abrir mão de robustez visual.

A CG 150 Fan ESi apresenta motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancins roletados. Resistente, durável e confiável, já foi aprovado pelo consumidor brasileiro.

O aumento da capacidade cúbica de 124,7 cm3 para 149,2 cm3 resultou em um ganho significativo de desempenho. O torque máximo passou de 1,06 kgf.m a 6.000 rpm para 1,32 kgf.m a 7.000 rpm, enquanto a potência máxima foi de 11,6 cv a 8.250 rpm para 14,2 cv a 8.500 rpm. Uma vez que esses valores máximos são atingidos em faixas de rotação mais elevadas, o motor da nova motocicleta ganhou em elasticidade – apresentando mais fôlego em alto giro e gerando maior torque e potência em baixas rotações.

O motor é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que gera respostas mais imediatas ao comando do acelerador, em qualquer situação de uso, e resulta em acelerações mais progressivas e lineares. A tecnologia, aliada ao catalisador e ao sensor de oxigênio instalados no sistema de exaustão da motocicleta, faz com que ela atenda à terceira fase do Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), em níveis bem abaixo dos limites estabelecidos pela legislação.

A Fan ESi traz ainda transmissão de cinco velocidades e embreagem multidisco em banho de óleo, que oferece acionamento preciso e macio. Completam o conjunto partida elétrica e bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção.

Ducati 796 - Nova integrante da família Hypermotard

A italiana Ducati resolveu apresentar nesta quarta-feira (23) as primeiras fotos da Hypermotard 796, uma motard urbana (modelo trail, calçada com rodas menores e pneus esportivos), que será uma das principais atrações da marca no Salão de Milão (ITA). O evento acontece entre 10 e 15 de novembro.


Com este lançamento, a família de design ousado e agressivo conta com três opções: 1100, 1100 S e, agora, a 796, que deve chegar às concessionárias da Ducati no final de outubro, com preço sugerido a partir de 7.990 euros.

Seguindo o mesmo design das versões de 1100 cc, a Hypermotard 796 tem um motor de menos capacidade, porém totalmente novo chamado de "Desmodue". De comportamento suave, extremamente elástico e econômico, mas sem renunciar à tradicional arquitetura de dois cilindros em "L" da Ducati. O propulsor da 796 gera 81 cv de potência máxima e 7.7 kgm de torque.

CICLÍSTICA E DESIGN
Um dos grandes apelos da nova Hypermotard 796 é a baixa altura do assento em relação ao solo: 825 mm, 20 mm a menos que na sua irmã maior de 1100 cc. Além disso, a nova Hypermotard 796 pesa apenas 167 kg. O responsável pelo peso reduzido é a adoção de um motor mais leve e um chassi redesenhado, sem perder suas características - quadro em treliça.

Pelas fotos divulgadas pela Ducati, a 796 traz no trem dianteiro suspensão invertida (upside-down) e sistema de freios da grife Brembo com dois grandes discos, "mordidos" por pinças de dois pistões. Na traseira, disco simples e suspensão monoamortecida.

A nova Ducati Hypermotard 796 vem com acabamento no melhor estilo "urban-dark", ou seja, várias partes pintadas em preto fosco: tanque, bico e moldura do farol. Para completar, rodas de liga leve, quadro e suporte das pedaleiras também em preto. Outra opção será a 796 com tanque branco fosco, contrastando com as demais peças na cor preta.

O modelo também estará disponível na tradicional cor vermelha. Detalhe: os piscas foram embutidos nos protetores de mão e o duplo escape está posicionado sob a rabeta e abaixo da lanterna, que utiliza LEDs. As vendas começam no final de outubro no continente europeu, porém a marca aceita reservas antecipadas.

por Aldo Tizzani
Da Redação Line Moto

Superesportiva BMW S 1000 RR

Chega às ruas uma BMW para disputar a dianteira "cabeça a cabeça" com as 1000 japonesas. no Brasil, a S 1000 RR será a atração da linha 2010


A superesportiva da BMW já é uma realidade nas ruas européias. Até então só conhecida em sua versão para o Mundial de Superbike, surpreendeu surgindo com faróis assimétricos e um novo paradigma de esportividade, que caminha de mãos dadas com o intenso uso da eletrônica embarcada. Os termos ABS e controle de tração (DTC) são apenas dois exemplos de tecnologias até pouco tempo refutadas pelo mundo das superesportivas, que evoluíram para entrar na categoria pela porta da frente com a nova BMW.

Os diretores da marca não escondem que a missão da S 1000 RR é acabar com o domínio das japonesas - ao menos nas pistas e na corrida tecnológica, já que o preço a posiciona no patamar habitado pelas Ducati 1098 e 1198. E para isso não havia base ou motor que desse conta do trabalho. A HP2 Sport é uma bicilíndrica de 1.200 cc que segue a tradição de motores boxer da marca e não ultrapassa a marca de 130 cv. Já a K 1300 S, esta sim com motor de quatro cilindros em linha, sequer flerta com o mundo racing. Basta lembrar que a K pesa 45 kg a mais que a nova 1000, e pronta para rodar rompe a barreira dos 250 kg, algo inadmissível na incessante busca por uma relação peso-potência de menos de um quilo para cada cavalo. A K1300 nasceu, sem dúvida, uma sport touring.

Aproveitando a deixa, uma das revoluções trazidas pela série S está justamente no peso. O sistema ABS (pode ser desligado), assim como na Honda CBR 1000 2009, é um opcional; que, diferentemente da Honda, acrescenta apenas 2,5 kg à moto, contra os 10 kg extra somados à concorrente japonesa. Sem o ABS, a BMW pesa 183 kg a seco para 193 cv produzidos pelo motor de quatro cilindros, sem a indução de ar atuando.

Engenharia fina
O motor segue a receita convencional de cilindros em linha (ligeiramente inclinados para frente), refrigeração líquida, comando de válvulas duplo (DOHC) e quatro válvulas por cilindro. Seria comum, se as medidas internas não fossem as menos "quadradas" do mercado: 80 mm de diâmetro e 49,7 mm de curso. Mais impressionante que isso é gerar 193 cv a13.000 rpm, exatamente o que se esperaria de um motor com tanto curso, e ao mesmo tempo o torque excepcional de 12 kgf.m a 9.750 rpm. Praticamente o mesmo que a nova Yamaha R1, que se notabilizou pelo vigor acima da média em rotações baixas e medianas.

O segredo está em três válvulas controladas eletronicamente nos coletores de escape, duas após as primeiras uniões do coletor (que é 4-2-1) e a terceira entre o catalisador e a ponteira. Como já acontecia de forma menos sofisticada e com menor número de válvulas em outras superesportivas, a restrição favorece o torque e a liberação prioriza a potência no momento certo. Assim, a S 1000 RR consegue mais torque até que a nova Suzuki GSX-R 1000, a concorrente com motor de medidas mais "quadradas" e propícias a obter força em baixos regimes (são 74,5 mm x 57,3 mm).

O cabeçote tem perfil mais baixo que o tradicional, herança de um desenho geralmente usado na Fórmula 1. As duas árvores de comando (e seus cames) atuam diretamente sobre os pequenos acionadores das cabeças de válvulas, quando a arquitetura da maioria dos motores posiciona a árvore de comando embaixo de acionadores que precisam ter quase o dobro do tamanho. A injeção de gasolina se dá por duas fileiras de bicos (flautas), a primeira na admissão e a segunda, de alta, no coletor.

A embreagem com dispositivo antibloqueio de roda traseira se tornou comum na categoria, mas a BMW também reservou sua surpresa para o sistema de transmissão. Opcionalmente, o assistente de trocas de marcha já usado na HP2 Sport está disponível na superesportiva para poupar o piloto do acionamento da embreagem e ganhar tempo nas mudanças. Para domar os 193 cv a BMW oferece o controle de tração DTC (Dynamic Traction Control), com quatro alternativas: Rain, que reduz a potência a 110 cv em piso escorregadio; Sport, para boas estradas e condução esportiva a plena potência; Race, voltada à condução em circuito com pneus de maior aderência; e Slick, para competição com pneus slick e que atua considerando o ângulo de inclinação da moto. Como a segurança é uma bandeira da marca, o sistema antitravamento denominado Race ABS foi desenvolvido exclusivamente para uso na superesportiva e pode ser desligado. Os recursos eletrônicos (DTC, ABS e gerenciamento do motor), aliás, readequam seus parâmetros para cada um dos quatro programas de potência. A BMW divulga que na programação para plena potência a moto é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 2,9 s.

A parte ciclística da S 1000 RR não desaponta. O quadro é de alumínio, o garfo invertido multiajustável e o amortecedor idem, nas três vias tradicionais (mola, compressão e retorno). Os cursos de suspensão de 120 mm e 130 mm, respectivamente, bem como os discos de 320 mm com pinças Brembo e o traseiro de 220 mm seguem as medidas-padrão no segmento das superbikes. A cor Acid Green das fotos foi a escolhida para o lançamento da moto, quepode ser também prata ou preta e, com um acréscimo no preço, recebe o layout da marca no Mundial, branca com azul e vermelho. No Brasil, a S 1000 RR será apresentada como atração principal da BMW no Salão das Duas Rodas, em outubro, para venda como parte da linha 2010.

Honda CG 150 Titan Mix

As alterações de design aplicadas à CG 150 Titan Mix EX tiveram como principal fonte de inspiração a CB 300R, lançada em junho deste ano e muito bem recebida pelo público brasileiro.

A rabeta pintada na cor principal da motocicleta e as tampas laterais em preto fosco transmitem visual mais harmonioso e contribuem com a esportividade do modelo.

As rodas e o suporte das pedaleiras em alumínio e o freio dianteiro a disco tornam a motocicleta ainda mais completa e sofisticada, agregando todo o status desejado por seus consumidores.

Para completar o conjunto, a parte superior da carenagem frontal que envolve o farol agora conta com aplicação em preto – tendência nitidamente vinda da CB 300R.

É impossível não comparar esta nova Titan EX a CG 150 Sport, que a Honda comercializou até 2008. Porém, pelo que eu pude perceber, não é o caso. Na CG 150 Sport, além de rodas de liga leve, o escapamento era bem parecido com o da Twister, com a ponteira de Inox direcionada para cima, pneus mais largos e algumas modificações no motor e carburador, que faziam com que ela fosse realmente mais “nervosa” do que as 150 normais (se é que dá pra chamar um motor 150cc de “nervoso”).


O tanque, com capacidade para armazenar 16,1 litros de combustível, proporciona conforto ao piloto, devido ao melhor encaixe de suas pernas.

O motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancim, ambos roletados, é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O modelo bicombustível roda com álcool, gasolina ou com a mistura de ambos em qualquer proporção.

Com relação ao desempenho, a utilização da gasolina permite um funcionamento mais linear e progressivo do motor. Já o álcool favorece um comportamento mais vigoroso e ligeiramente mais potente. Enquanto a motocicleta desenvolve 1,32 kgf.m de torque a 6.500 rpm e 14,2 cv de potência a 8.500 rpm quando abastecida com gasolina, estes valores sobem para 1,45 kgf.m e 14,3 cv, respectivamente, quando utilizado o álcool. Vale lembrar que, nas duas situações, atende-se com folga aos limites de emissões estabelecidos pela terceira fase do Promot.

O modelo traz ainda partida elétrica e bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção, garantindo ao usuário partidas mais rápidas e eficientes.

A suspensão dianteira, formada por braço telescópico, tem curso de 130 mm.

Disponível nas cores vermelha, preta, cinza metálica e laranja metálica, a CG 150 Titan Mix EX chega às concessionárias em outubro deste ano. Seu preço público sugerido será de R$ 7.265,00, com base no Estado de São Paulo, sem custos de frete e de seguro e redução provisória do Cofins. O modelo tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.


Especificações técnicas

MotorOHC, monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Cilindrada149,2 cc
Potência Máxima14,2 cv a 8.500 RPM (gasolina)
14,3 cv a 8.500 RPM (álcool)
Torque Máximo1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina)
1,45 kgf.m a 6.500 rpm (álcool)
Diâmetro x Curso57,3 X 57,84 mm
Sistema de AlimentaçãoInjeção Eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection)
Taxa de Compressão9,5:1
IgniçãoEletrônica (CDI/ECU)
Bateria12V – 5Ah
Lâmpada do Farol35/35W
Sistema de PartidaElétrica
Tanque de Combustível16,1 litros
Óleo do Motor1,2 litro
Transmissão5 velocidades
EmbreagemMultidisco em banho de óleo
Sistema de LubrificaçãoForçada, por bomba trocoidal
Suspensão DianteiraGarfo telescópico com 130 mm de curso, sem regulagem
Suspensão TraseiraBraço oscilante com 101 mm de curso, 2 amortecedores, com regulagem de tensão de mola
Freio Dianteiro / DiâmetroA disco com 240 mm de diâmetro e cáliper de dois pistões
Freio Traseiro / DiâmetroA tambor com 130 mm de diâmetro
Pneu Dianteiro80/100-18M/C 47P
Pneu Traseiro90/90-18M/C 57P
ChassiDiamond frame
Altura do Banco792 mm
Distância Mínima do Solo165 mm
Dimensões (C x L x A)1.988 X 730 X 1.098 mm
Distância entre Eixos1.315 mm
Peso Seco116,9 kg
CoresVermelha, preta, cinza metálica e laranja metálica

Vazou na Web Fotos da Nova Fazer

Vazaram na web fotos da linha de produção da Yamaha, a Fazer foi totalmente redesenhada, embalada pelo novo visual da sua principal concorrente "Honda CB300". As imagens mostram uma moto com novo farol, rabeta, freio a disco na roda traseira, e novo painel, com velocímetro digital e conta-giros analógico, novas rodas completam o redesenho do modelo.

Farol da Nova Fazer

Painel da Fazer

Lanterna Traseira

Ainda não há especificações mecânicas da moto, mas pelo jeito podemos esperar por varias novidades.

Baixe esse Wallpaper do Line Moto


Clique na imagem para ampliar, depois clique com o botão direito do mouse sobre a imagem e escolha a opção para salvar.

Aprilia RSV4 tem versão mais barata

Mantendo o motor de 180 cv, a esportiva será vendida por 16.000 euros.

Uma motocicleta para poucos, assim pode ser definida a Aprilia RSV4. Porém, uma iniciativa da marca italiana possibilitará que mais pessoas tenham acesso à máquina. Não que a esportiva tenha virado uma utilitária, mas a RSV4 R está mais em conta, comparando com a versão Factory. A novidade chega com menos opções de eletrônica, mas permanece com seu 4 cilindros em linha.

O propulsor é capaz de gerar 180 cv de potência e, sem dúvida, é a principal atração da motocicleta. Este motor é o mesmo utilizado no Mundial de Superbike e possui dutos de admissão variáveis, acelerador eletrônico, entre outras diferenciações. A RSV4 R passa a contar com componentes menos sofisticados, como algumas partes de fibra de carbono que foram substituídas por plástico.


As suspensões deixam de ser Öhlins e passam a ser Showa na frente e Sachs na traseira. Estas e outras modificações vão trazer uma economia de cerca de 4.000 euros aos futuros proprietários. Enquanto a Factory custa 20.000 euros, a RSV4 deve chegar às lojas europeias por cerca de 16.000 euros. Está longe de ser uma “pechincha”, porém é uma quantia interessante.

Baixe os Wallpaper do Line Moto


Clique na imagem para ampliar, depois clique com o botão direito do mouse sobre a imagem e escolha a opção para salvar.

Em breve estarei postando mais imagens.

Honda CB 300R e XRE recebem ABS

Marca da asa lança também Bros bicombustível, CG Fan 150 e CG Titan EX.

Enquanto todos aguardam pelas novidades que estarão presentes no Salão Duas Rodas, de 7 a 12 de outubro, no Anhembi, em São Paulo, a Honda se antecipou e apresentou em uma tacada só cinco novos modelos. Entre as motocicletas não existe um produto totalmente novo e, na verdade, tratam-se de novas versões de máquinas já existentes. O destaque ficou para CB 300R e XRE 300 que, além de usufruírem do mesmo motor, ambas passam a contar com o sistema de freios C-ABS (Combined ABS).

Desse modo, o ABS (Anti-lock Brake System) evita o travamento das rodas, ao passo que o CBS (Combined Brake System) distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira. Os sistemas pesam 5 kg na CB e 6,5 na XRE. Apesar de o mesmo dispositivo estar presentes nas duas motocicletas, a Honda trabalhou em diferenciações para a CB 300R e a XRE 300. Já que uma é a mais on-road e a outra encara terrenos off-road. De acordo com a Honda, o C-ABS da XRE tem um tempo de pressurização mais rápido, o que garante a eficiência em pisos de menos aderência.

O novo pacote de CB 300 e XRE incluí: sensores de leitura nos freios dianteiro e traseiro, um módulo de controle que processa as informações fornecidas por estes sensores, cáliper de três pistões na dianteira, freio a disco na traseira, luz de advertência do funcionamento no painel e grafismo com identificação do C-ABS na carenagem. As cores disponíveis são as mesmas da versão standart, ou seja, preta, vermelha, amarela metálica e prata metálica.

Chegando às concessionárias em outubro, a CB 300R tem preço sugerido de R$ 13 990 e a XRE 300 custa R$ 15 390.

Nova Bros flex
A exemplo da Titan bicombustível, a Honda NXR 150 Bros passa a contar também com sua versão Mix. O modelo on-off road da marca da asa torna-se a primeira motocicleta do segmento a poder ser abastecida com álcool e gasolina ou ambos ao mesmo tempo. A Bros Mix chega em novembro às lojas e ainda não tem preço definido.

Titan ganha rodas de liga-leve e é 100% Mix
Após o lançamento da nova CG 150 Titan, todos aguardavam a substituta da antiga sport e, enfim, ela chegou. Recebendo o nome de CG 150 Titan Mix EX, algumas alterações técnicas e estéticas. A EX tem rodas de liga-leve, a rabeta é pintada na cor da moto, a parte superior da carenagem é preto fosco e freio a disco na dianteira. Disponível nas cores vermelha, preta, cinza metálica e laranja metálica, a CG 150 Titan Mix EX chega às concessionárias em outubro deste ano. Seu preço público sugerido será de R$ 7.265,00. A partir de agora, a Honda produz a Titan todas as versões da Titan apenas Mix, deixando o motor à gasolina para a nova Fan.

CG Fan mais potente e injetada
Sucesso de vendas no Brasil, a Fan recebe uma nova versão com propulsor mais forte. Trata-se da CG 150 Fan ESi, que conta com injeção eletrônica e motor de 150 cm³ impulsionado por gasolina. Com expectativa de vendas de 13 000 unidades por mês, a 150 Fan tem preço sugerido de R$ 6 190 e chega em outubro às concessionárias.

Nova Suzuki SFV650 Gladius

Gladius pode ser a surpresa da Suzuki do Brasil para combater a Hornet, da Honda em 2010.

Chega ao mercado Europeu a nova Suzuki Gladius SFV 650 para comparecer - e bem na fita - no segmento das 600, um dos segmentos que mais cresce no mundo e no Brasil também, ode as diversas marcas ja perceberame vão investir

Com uma ciclística muito boa, que foi elogiada pela maioria da imprensa especializada da Europa.

O desenho é moderno e estiloso seguindo tendência Naked (pelada) com visual extremamente bonito.

O modelo fez tanto sucesso na Europa que a Suzuki resolveu, um mês depois de lançada, apresentar uma nova versão toda preta, que fez mais sucesso ainda.

A sigla SFV é “S” de Stylish (estilosa), “F” de Friendly (amigável) e “V” em referência à arquitetura de seu motor.

Motorização 650 em V modernizado

O motor é praticamente o mesmo motor da V-Stron 650, porém completamente modernizado com dois cilindros em "V" dispostos a 90°, que alguns chamam de “L”.

Com refrigeração líquida, duplo comando de válvulas (DOHC) e 645 cc de capacidade, dotada cada cilindro com duas velas de ignição para melhorar a combustão. Trocou as molas duplas das quatro válvulas por cilindro por molas simples, que diminuem a perda mecânica e garantem um funcionamento mais suave. Os bicos da injeção eletrônica ganharam 10 furos para aperfeiçoar a mistura ar-combustível.

A Gladius tem todas as siglas tecnológicas possíveis: SDTV, dupla borboleta de aceleração no corpo injetor; TI-ISC, um moderno controle de marcha lenta para reduzir a emissão de gases; e completando um novo ECM, uma centralina gerenciamento mais atual.

Ciclística emocionante

Com chassi em aço em treliça tem garfo telescópico convencional com ajuste na pré-carga da mola, na dianteira. Atrás a balança de formato tradicional e feita em aço tem um único conjunto mola-amortecedor com sete regulagens da pré-carga da mola.

Valentino Rossi vence e pode ir à Ducati

Com a vitória no GP de San Marino, italiano abre 30 pontos sobre Lorenzo

Restando apenas quatro provas para o encerramento da temporada 2009 do Mundial de MotoGP, a disputa continua tanto dentro da pista como fora dela. Valentino Rossi (Yamaha) voltou a vencer e seu principal concorrente, Jorge Lorenzo (Yamaha), cruzou na 2ª posição. Desse modo, o “Dr.” volta a ter uma vantagem razoável na competição e está próximo de chegar ao 9º conquista no Mundial.

No entanto, nos bastidores, o clima de guerra entre os companheiros na equipe dos diapasões continua “quente”. Após o anúncio de que Lorenzo continua na Yamaha até, ao menos, o final de 2010, Rossi parece ter ficado descontente. O motivo seria o tratamento especial dado ao jovem espanhol, já que as renovações de Rossi sempre foram de dois anos, enquanto Lorenzo fechou por apenas mais um ano.

Desse modo, certamente, no final de 2010, um dos dois pilotos devem deixar a Yamaha, já que o contrato de Rossi também expira no final do próximo ano. Assim, novos rumores começam a rondar nos bastidores do MotoGP e, um dos mais fortes, é uma possível transferência de Rossi para a Ducati. Apesar de tudo ser boato, não será estranho se vermos o italiano correndo com uma Ducati em 2011.

Rossi "burro"
Devido à queda em Indianápolis, 12ª etapa do Mundial de MotoGP, Rossi decorou seu capacete com o famoso burro da trilogia Shrek. Desse modo, o italiano assumiu o erro da última prova e ele mesmo se chamou de burro. Isso foi mais uma amostra da irreverência do piloto, que deu a volta por cima.

Resultado final do GP de San Marino:
1. V. ROSSI (ITA) Fiat Yamaha Team 4432.882
2. J. LORENZO (ESP) Fiat Yamaha Team + 2.416
3. D. PEDROSA (ESP) Repsol Honda Team + 12.400
4. A. DOVIZIOSO (ITA) Repsol Honda Team + 26.330
5. L. CAPIROSSI (ITA) Rizla Suzuki MotoGP + 26.539
6. T. ELIAS (ESP) San Carlo Honda Gresini + 28.286
7. M. KALLIO (FIN) Ducati Marlboro Team + 30.184
8. M. MELANDRI (ITA) Hayate Racing Team + 31.757
9. C. VERMEULEN (AUS) Rizla Suzuki MotoGP + 31.909
10. J. TOSELAND (GBR) Monster Yamaha Tech 3 + 38.347
11. A. ESPARGARO (ESP) Pramac Racing + 46.673
12. R. DE PUNIET (FRA) LCR Honda MotoGP + 52.041
13. N. CANEPA (ITA) Pramac Racing + 103.198
14. G. TALMACSI (HUN) Scot Racing Team MotoGP + 122.347
Não completaram a 1ª volta:
A. DE ANGELIS (RSM) San Carlo Honda Gresini
C. EDWARDS (EUA) Monster Yamaha Tech 3
N. HAYDEN (EUA) Ducati Marlboro Team

Classificação do MotoGP, após 13 etapas:
1. Valentino ROSSI (ITA) Fiat Yamaha Team 237
2. Jorge LORENZO (ESP) Fiat Yamaha Team 207
3. Dani PEDROSA (ESP) Repsol Honda Team 157
4. Casey STONER (AUS) Ducati Marlboro Team 150
5. Andrea DOVIZIOSO (ITA) Repsol Honda Team 133
6. Colin EDWARDS (EUA) Monster Yamaha Tech 3 123

Honda terá câmbio automático inédito

Primeiro sistema de embreagem dupla deve estrear na VFR, em 2010.

A tecnologia empregada nas motocicletas, em muitos pontos, equipara-se à dos carros. Porém, no que refere-se ao sistema de trocas de marchas os veículos em duas rodas estão mais acostumados a contar com o câmbio CVT (Continuous Variable Transmission), quando fala-se em automatização. Como pioneira no assunto, a Honda anunciou esta semana que lançará, em 2010, uma moto equipada com um dispositivo de embreagem dupla, similar aos encontrados nos automóveis.

Apesar de não divulgar o produto que virá com o câmbio automático, tudo indica ser a aguardada VFR V4. De acordo com a Honda, o sistema possibilitará sensação muito mais esportiva a seus condutores e maior facilidade de pilotagem. E, ao mesmo tempo, conseguirá poupar consumo. Outra informação interessante é que a transmissão será compacta, o que permitirá a marca da asa adaptar-la a outras motos.

Como ocorre nos carros, o câmbio poderá ser utilizado em três modos:
D (drive): o controle fica todo a cargo do computador e deixa dois ou três cilindros em funcionamento, poupando combustível.
M (manual): deixa as mudanças nas mão do condutor e o sistema de embreagem dupla prevê as trocas de marcha, otimizando o processo.
S (sport): leva o motor a trabalhar nas máximas rotações, utilizando toda a potência da motocicleta.

Fonte: Motociclismo Magazine

Yamaha revoluciona com a nova YZ 450F

Moto off-road tem inédito motor monocilíndrico injetado de cilindro invertido

Um dos lançamentos mais aguardados para os amantes do motocross acaba de ser apresentado pela Yamaha. Após muitos boatos de como seria a nova YZ 450F, finalmente, a marca dos diapasões nos deu a resposta. A motocicleta foi totalmente reformulada e passa a contar com um novo propulsor monocilíndrico injetado que foi girado 180º, em relação a posição anterior, o que faz a saída de escape ficar virada para trás, enquanto a admissão do ar fica na frente.

Desse modo, o sistema fica em uma posição diferente da habitual nas concorrentes. Para que isso fosse possível, a Yamaha teve de realizar mudanças profundas na máquina, inclusive, em seu chassi, que tornou-se um quadro bilateral. O visual ficou próximo ao de sua irmã menor, a YZ 250F, apresentada recentemente.

BMW produz milionésima moto com ABS

A naked K 1300 R foi a motocicleta a atingir esta marca para a empresa alemã

Equipamentos de segurança têm uma importância incalculável para os usuários de motocicletas e inovações são sempre bem-vindas quando se fala em salvar vidas. Na última semana, a BMW alcançou uma cifra importante em sua história. A marca bávara já fabricou 1 000 000 de motocicletas equipadas com ABS (Anti-lock Braking System).

A primeira unidade com o dispositivo saiu das linhas de montagem há 21 anos e, atualmente, 90% das novas motos da BMW são fabricadas com o sistema. Em 2004, uma R 100 RT, preparada para a Cruz Vermelha, foi a responsável por atingir a marca de meio milhão de motocicletas com ABS. Desta vez, a tarefa ficou a cargo de uma K 1300 R, que tornou-se a milionésima máquina de duas rodas da BMW equipada com o dispositivo.

Fonte: Motociclismo Magazine
Por: Rafael Miotto

Dafra lança modelo CUB

A Dafra Motos acaba de lançar mais um modelo no mercado brasileiro: a ZIG, produto que faz a estreia da marca na categoria CUB. O modelo conta com partida elétrica, rodas de liga leve e freio a disco na roda dianteira. A ZIG tem ainda porta-objeto sob o assento e alça do passageiro em alumínio. A CUB da Dafra está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, 101,8 cm³ de capacidade cúbica, que gera 7,8 cv aos 7.500 rpm de potência máxima. A Dafra ZIG tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem, e está disponível nas cores amarela, preta, prata e vermelho. O preço público sugerido do modelo será definido nas próximas semanas.

Racing Festival terá motos de 600cc

Idealizado por Felipe Massa, foi lançado nesta semana em São Paulo (SP) o Racing Festival.

O novo evento do automobilismo brasileiro para 2010 terá a categoria escola “Formula Future Fiat”, que utilizará veículos monoposto com motor de 1.6 16V, o “Trofeo Línea”, categoria turismo com o sedã da Fiat equipado com motor T-Jet 1.4 de 16v turbo, além de uma categoria 600 Supersport para motocicletas.

Estão previstas seis etapas em 2010, com rodada dupla em cada uma delas, disputadas em autódromos por todo o Brasil. As datas ainda não estão definidas, porém o Racing Festival deve começar em abril e passar por seis diferentes cidades: São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Campo Grande (MS).

O Racing Festival tem patrocínio da FIAT, Pirelli e FPT. A realização é da RM Racing Events, sociedade entre o empresário Carlinhos Romagnolli, Titônio e Dudu Massa, pai e irmão de Felipe, respectivamente. A empresa também organiza o Desafio Internacional das Estrelas de Kart que, no ano passado, teve a participação do alemão Michael Schumacher.

Além de figurar como uma escola para os jovens pilotos de kart, o Racing Festival inova por colocar motos e carros para competirem no mesmo evento. “A gente não vê motos correndo com carros em lugar nenhum. Também não há competições de motovelocidade com grande destaque no Brasil”, comentou Felipe Massa ao falar sobre a categoria 600 Supersport.

Rossi venceu pela segunda vez em solo italiano

Valentino Rossi venceu pela segunda vez em solo italiano e encantou seus fãs numa corrida brilhante em Misano para reafirmar sua autoridade pelo título da MotoGP.

Uma vitória de mais de dois segundos de diferença sobre seu companheiro de equipe, Jorge Lorenzo, foi uma resposta perfeita pela sua atuação em Indianápolis e Rossi lidera a tabela de classificação 30 pontos na frente do espanhol, faltando quatro etapas para o fim do campeonato.

Lorenzo deu o melhor de si para tentar acompanhar o ritmo de seu ilustre companheiro de equipe durante as 28 voltas, ultrapassou Daniel Pedrosa após uma breve disputa pelo segundo lugar, mas o “Doutor” estava imbatível.

O piloto da Repsol Honda, Pedrosa, liderou a prova nos estágios inicias, mas não foi capaz de rodar junto com o poderoso par da Fiat Yamaha e cruzou a linha de chegada dez segundos atrás de Lorenzo para completar o pódio.

No começo da corrida, o piloto da San Carlo Honda Gresini, Alex de Angelis, pareceu julgar mal a primeira curva e caiu, levando os americanos Colin Edwards, da Monster Yamaha Tech 3, e Nicky Hayden, da Ducati Marlboro, junto com ele para o chão.

O companheiro de equipe de Pedrosa, Andrea Dovizioso, e Loris Capirossi, da Rizla Suzuki, batalharam pelo quarto lugar, mas quem levou a melhor foi o piloto da Repsol Honda por apenas dois décimos de segundo.

Toni Elías, que liderou a prova nos primeiros instantes, finalizou a corrida na sexta colocação, na frente do substituto de Casey Stoner na Ducati Marlboro, Mika Kallio, e do italiano, Marco Melandri.

Chris Vermeulen levou sua Rizla Suzuki ao nono lugar, logo na frente da Yamaha do britânico James Toseland, que fechou os dez melhores. O piloto temporário da Pramac Racing, Aleix Espargaró, levou a bandeirada num bom décimo primeiro lugar.

A MotoGP ficará quase um mês sem entrar nas pistas, voltando à ação para o Grande Prêmio de Portugal, em Estoril, no dia seis de outubro.

Resultados:
1) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha), 44min32s882
2) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha), 44min35s298
3) Dani Pedrosa (ESP/Repsol Honda), 44min45s282
4) Andrea Dovizioso (ITA/Repsol Honda), 44min59s212
5) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki), 44min59s421
6) Toni Elias (ESP/Honda Gresini), 45min01s168
7) Mika Kallio (FIN/Ducati Marlboro), 45min03s066
8) Marco Melandri (ITA/Hayate Racing), 45min04s639
9) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki), 45min0 4s791
10) James Toseland (ING/Yamaha Tech 3), 45min11s229
11) Aleix Espargaro (ESP/Pramac Racing), 45min19s555
12) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda), 45min24s923
13) Niccolo Canepa (ITA/Pramac Racing), 45min36s080
14) Gabor Talmacsi (HUN/Scot Racing), 45min55s229

Classificação:
1) Valentino Rossi, 237 pontos
2) Jorge Lorenzo, 207
3) Dani Pedrosa, 157
4) Casey Stoner, 150
5) Andrea Dovizioso, 133
6) Colin Edwards, 123
7) Loris Capirossi, 97
8) Alex De Angelis, 88
9) Randy De Puniet, 88
10) Marco Melandri, 87
11) Chris Vermeulen, 84
12) Toni Elias, 80
13) James Toseland, 78
14) Nicky Hayden, 73
15) Mika Kallio, 51

Honda Gold Wing oferece muita tecnologia

Para aproveitar todos os recursos tecnológicos oferecidos pela Honda GL 1800 Gold Wing, o motociclista precisa de dois pré-requisitos.

Primeiro: ter uma polpuda conta bancária para desembolsar quase R$ 109.000 e comprar a moto. A segunda é ter paciência suficiente para ler as quase 300 páginas do Manual do Proprietário para descobrir a finalidade de cada um dos 21 botões e dois seletores que a Gold Wing traz divididos entre os painéis frontal e laterais, isso sem contar os comandos posicionados nos punhos.
Modelo topo da linha Honda direcionado ao mototurismo, a Gold Wing está equipada com motor de seis cilindros opostos de 1.832 cm³, airbag, freios ABS, piloto automático, suspensão traseira ajustável eletronicamente e sistema de áudio. Com tanta tecnologia, pilotar a moto é tarefa fácil, difícil mesmo é saber a função de cada um dos botões e abrir as malas laterais.

O sistema de áudio tem 12 estações de emissoras de rádio AM/FM, pré-sintonização, compensador automático de volume e silenciador automático (MUTE). Os comandos estão embutidos no console do lado direito. Além disso, completam o conjunto seis alto-falantes - quatro na dianteira e dois na parte traseira. Isso sem falar no amplificador que fica na mala esquerda. Ao todo, são 15 botões de controle de áudio, fora as alavancas de volume e sintonizador de estações, localizados no punho esquerdo.

No conjunto de áudio é possível ajustar graves e agudos e distribuir o som entre os alto-falantes dianteiros e traseiros (FADER). Há até um sistema automático de controle de volume. Ou seja, quanto maior a velocidade, o som acompanhará o ritmo e aumentará automaticamente. Na Gold Wing também há sistema de intercomunicador, para melhor interface entre piloto e garupa. Porém, para acionar o intercomunicador, o motociclista precisa comprar headset para capacete, rádio-comunicador e antena. Assim, o piloto deverá investir cerca de R$ 5.000. No sistema de áudio faltou CD Player/Disqueteira ou até uma entrada para Ipod/MP3. No site da Honda Access (acessórios originais Honda) – www.hondaaccess.com.br – a disqueteira para seis discos sair por R$ 5.126,44.

EC 450 Desert Gas Gas será vendido no Brasil

O Protótipo EC 450 Desert tem presença garantida no Salão Duas Rodas, em outubro.

A moto da imagem é um protótipo do Dakar ou um modelo produzido em linha para o consumidor comum? Na verdade, os dois. E a melhor notícia é que ela estará presente no Salão das Duas Rodas, em outubro, à disposição de quem queira levar um exemplar para casa.

A Gas Gas Motos estreou oficialmente no Dakar 2009 (Argentina - Chile), pelas mãos do piloto espanhol Julián Villarrubia, pilotando uma máquina que serviu de base para o modelo acima.

Agora, para a felicidade do fãs do estilo, a fabricante espanhola coloca à disposição do público (inclusive dos brasileiros) a Gas Gas Desert Rally Team, um modelo de 450 cm³ praticamente idêntico ao que levou Villarubia a terminar o rali mais difícil do mundo na 14ª posição em sua categoria (35º na geral), depois de percorrer 9.574 quilômetros pelo duro e exigente terreno sul-americano.

Venda de motos volta a cair em agosto

Apesar dos sinais de que a economia está, aos poucos, recuperando-se da crise financeira mundial, o resultado das vendas de motocicletas no Brasil voltou a cair em agosto, quando foram emplacadas 136.561 unidades. Uma queda de 4,98% em relação a julho, o melhor mês de 2009 para o setor de duas rodas com 143.720 motocicletas vendidas.

Mas não foram apenas as vendas de motocicletas que caíram em relação ao mês anterior: todos os segmentos registraram queda. Em agosto, foram vendidos 401.879 veículos automotores entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários – retração de 8,17% se comparado a julho (437.626 unidades). A situação do mercado de motocicletas preocupa porque o setor acumula quedas no mês passado e também no acumulado do ano. Enquanto a venda de automóveis e comerciais leves registra aumento de 3,92% entre janeiro e agosto se comparado ao mesmo período de 2008, as motos já contabilizam queda de 20,97% em 2009.

Especialistas do setor enxergaram no bom resultado das vendas de motos em julho uma tendência de retomada do crescimento. Porém, apesar da queda, os números de agosto superam a média do primeiro semestre, que ficou em 127.622 unidades. Além disso, foi o terceiro melhor resultado mensal no ano, atrás apenas de julho e março (139.230).

Honda apresenta sua linha 2010

Destaque para a Shadow 750 Black Spirit e nova cor da naked CB 1000R

Enquanto todos aguardam ansiosos pelas novidades que estarão presentes no 10º Salão Duas Rodas, de 7 a 12 de outubro, no Anhembi, em São Paulo, os lançamentos 2010 começar a dar as caras ao redor do planeta. Uma das primeiras a mostrar suas armas é a Honda, que acaba de divulgar sua nova gama na Europa. Por enquanto, nada de bombástico foi revelado e suas motocicletas tradicionais passaram por pequenas modificações, principalmente no visual.



Um dos principais destaques é a versão Black Spirit da conhecida Shadow 750, apresentando um caráter agressivo. Com praticamente todos os seus componentes em negro, a Honda seguiu a receita já empregada por outras marcas, apostando no visual “dark”. Outra novidade interessante para a custom trata-se do sistema de freios ABS, também disponível na linha 2010.

Falando das esportivas, a marca da asa procurou caprichar nos grafismos. Por exemplo, a CBR 600RR tem uma mulher desenhada em sua carenagem. Impulsionada pelo motor de 599 cm³ e 120 cv de potência, a sport tem agora esta versão especial com um gosto um tanto excêntrico. Já sua irmã maior, a CBR 1000R, também possui novas opções de cores, menos exóticas, e recebeu um aprimoramento na parte técnica. A massa inercial do motor aumentou 6,78%, o que garante um desempenho mais linear.


Passando para a variante sem carenagens da CBR 1000 RR, a CB 1000R, está disponível uma edição especial denominada XESS. È coloração lembra uma espécie de vermelho perolizado e veio acompanhada de grafismos diferenciados. A CB 1000R também passa a contar com o sistema de frenagem C-ABS, apenas na versão preta. A marca nipônica ainda apresentou os seguintes modelos 2010. SH300i, SH150i/125i, CBF 600S e Deauville.

Clique nas imagens para ver com mais detalhes.

Suzuki GSR 250 concorrente da Honda CB 300R

Europeus dizem como certa a chegada da moto ao Brasil, no início de 2010.


A disputa entre as motocicletas urbanas com motores 250 e 300 tem tudo para ganhar, ainda mais, “tempero” nos próximos meses. Mais uma empresa japonesa pode estar prestes a entrar nesta briga. Além de já contar com Honda e Yamaha, a Suzuki parece estar na iminência de um lançamento neste segmento. De acordo com sites e blogs da Europa, a fabricante prepara para lançar a GSR 250, uma moto que bateria de frente com a CB 300R e Fazer 250.

Ao que tudo indica, a motocicleta nas imagens trata-se do novo produto Suzuki. Como é possível notar, o visual é baseado na naked de grande porte da marca, a B-King. A exemplo do que ocorreu com a CB 300R, que foi inspirada na estética da CB 1000R. Como diferencial, a GSR 250 pode ter um motor de 249 cm³ com injeção eletrônica refrigerado a água e, assim, seria capaz de alcançar 30 cv de potência.

Desse modo, a pequena B-King estaria um patamar acima de suas rivais, pelo menos, no que se refere à tecnologia do propulsor. Os europeus dão como certa o início das vendas da motocicleta, no Brasil, no início de 2010. Para depois, ser comercializada também no exterior.

BMW F 800 GS: Desempenho e boa ciclística

A BMW R 1200 GS é um ícone entre as motocicletas aventureiras e também o modelo mais vendido da marca alemã em todo mundo. Aproveitando-se da fama da família GS, a BMW lançou em 2007 a F 800 GS. Equipada com um motor de dois cilindros paralelos e 800 cc, a “mini GS” desembarcou no Brasil no final de 2008. Dividindo com sua irmã maior atributos como versatilidade e grande autonomia, a F 800 GS tem no porte menor e preço mais acessível as vantagens para conquistar os motociclistas fãs do segmento big-trail que veem na marca alemã seu objeto de desejo.

Para criar sua aventureira de média cilindrada, a BMW colocou em prática sua arte de desenvolver vários modelos a partir da mesma base mecânica. O motor de dois cilindros paralelos, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e 798 cm³ de capacidade estreou na esportiva F 800 S em 2006. De lá para cá a BMW lançou a ST, versão sport-touring, e a urbana F 650 GS que, apesar do nome, usa esse propulsor.

Porém na F 800 GS o bicilíndrico está posicionado de forma mais “reta” e não inclinado, além de trazer um sistema de refrigeração líquida mais eficiente e adequado ao uso fora de estrada. As vibrações típicas de motores com essa arquitetura ainda estão presentes, mas não incomodam. Além de trazer uma espécie de biela que reduz as vibrações, a posição do propulsor reduziu ainda mais o incômodo neste modelo. Encaixou-se tão perfeitamente à motocicleta que, se não conhecesse o histórico da marca, diria que o propulsor foi projetado exclusivamente para a aventureira F 800 GS.

A curva plana de torque – chegando ao máximo de 8,47 kgf.m a 5.750 rpm – oferece força desde as baixas rotações e exige poucas trocas no câmbio de seis marchas. O que se traduz em conforto na pilotagem e disposição para levantar a roda dianteira e encarar obstáculos nas estradas de terra. Com poucas vibrações, o motor também pode girar alto e oferecer 85 cv de potência máxima a 7.500 rpm. Desempenho interessante para a capacidade cúbica do motor e superior às motos da mesma categoria.

Conforto e tecnologia têm seu preço

Como toda moto aventureira, a F 800 GS não deixa a desejar no quesito conforto. Além do banco largo e disponível em duas alturas (850 mm e 880 mm), tem um pequeno, porém eficiente parabrisa. Contribuindo para uma pilotagem bastante confortável e por muitos quilômetros. Nesse quesito ajuda o tanque de combustível para 16 litros. Segundo o computador de bordo, presente nessa versão testada, o consumo médio foi de 17 km/litros. O que resultaria em uma autonomia de 270 km. Nada espetacular, mas bom para a categoria.

A versão topo de linha, testada, trazia ainda freios ABS e aquecedor de manoplas, que podem ser úteis em viagens à Patagônia, no inverno. Com esses equipamentos, a BMW F 800 GS Premium tem preço sugerido de R$ 57.700. Já a versão mais básica sai por R$ 51.900. Como em todo teste das motos BMW, importadas, o preço é um ponto negativo quando as comparamos com motos concorrentes. E no caso da F 800 GS não é diferente. Mais cara que as concorrentes diretas de outras marcas, vale cada centavo: caso o futuro proprietário os tenha para gastar com uma moto aventureira como essa.

Ficha técnica:
Motor: Dois cilindros paralelos, 4 válvulas por cilindro, DOHC e refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 798 cm³
Potência máxima: 85 cv a 7.500 rpm
Torque máximo: 8,47 kgf.m a 5.750 rpm
Câmbio: Seis marchas
Transmissão final: corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
Partida: Elétrica
Quadro: Multitubular em aço
Suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido com 230 mm de curso
Suspensão traseira: Balança traseira monoamortecida com 215 mm de curso
Freio dianteiro: Disco duplo de 300 mm de diâmetro com pinça de dois pistões
Freio traseiro: Disco simples de 265 mm de diâmetro com pinça de um pistão
Pneus: 90/90-21 (diant.)/ 150/70-17 (tras.)
Comprimento: 2.320 mm
Largura: 945 mm
Altura: 1.350
Distância entre-eixos: 1.578 mm
Distância do solo: não disponível
Altura do assento: 880/850 mm
Peso em ordem de marcha: 207 kg
Peso a seco: 185 kg
Tanque de combustível: 16 litros
Cores: Preto/cinza e Amarelo/Preto
Preço sugerido: R$ 57.700,00 (Premium)

Fonte: Info Moto

Seguidores

© Line Motos | Tudo Sobre Motos

Desenvolvido por: Open Master