Chega oficialmente ao Brasil a Nova Kawasaki ZX-10R 2011
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Kawasaki lançou a KLX450R
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Nova Kawasaki Z750R
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Kawasaki revela a Ninja ZX-10R para o WSBK
Postado por Émerson JanuárioMarca verde divulgou imagens da versão racing de sua nova esportiva 1000.
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Oficial - Primeira foto da Ninja ZX-10R 2011
Postado por Émerson JanuárioA nova Ninja ZX-10R de competição irá ser testada no famoso circuito Suzuka, durante estes 2 dias.
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Kawasaki - Novas Ninja 400R e ER-4n
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Kawasaki traz Z750 com ABS ao Brasil
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Kawasaki Pode Lançar KLX 250 S/SF no Brasil em 2010
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Kawazaki ZX-10R 2010 celebra os 25 anos da linha Ninja
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Testamos Kawasaki ER-6n a best-seller da marca
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Motocicleta da marca verde será produzida em Manaus/AM
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Kawasaki ER-6n será produzida em Manaus
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Kawasaki Z1000 é totalmente alterada
Postado por Émerson JanuárioLançamento da Kawasaki chega com propulsor de 1 043 cm³ e 138 cv.
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Kawasaki apresenta trail e motard 125
Postado por Émerson JanuárioLançamentos da marca verde surgem como novas opções de baixa cilindrada.
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Vulcam 900 - a Custom da Kawasaki
Postado por Émerson Januário
Muito mais que um motor
Tração por correia
Quadro de dupla trave
Escapes com estilo
Relógios sobre o tanque
O clássico encontra com o moderno
Dianteira elegante
Pneu traseiro largo
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A Kawasaki comemora os 25 anos da Ninja
Postado por Émerson Januário
A primeira delas, lançada em 1984, na verdade sucedeu outro sucesso da Kawasaki, na sua linha Z. A GPz900R foi o primeiro modelo batizado como Ninja nos Estados Unidos, e já nasceu como a Moto do Ano.Estreando a marca Ninja, ela reescreveu os livros de recordes de motocicletas, como a mais rápida do mundo. Seu quadro tipo diamond, carenagem completa e outras características vindas dos modelos de competição, com vários refinamentos ao longo dos anos, deram a ela a condição que desfruta hoje em dia, de motos únicas, distintas e radicais. A Ninja nasceu com o primeiro motor Kawasaki com refrigeração líquida, DOHC, 16 válvulas, 4 cilindros (na época a potência máxima era 115 CV, hoje188). Com uma velocidade máxima de mais de 250 km/h e capaz de correr de 0-400 metros em 10,552 segundos, há 25 anos atrás.
Agora, alguns modelos Ninja chegaram ao mercado brasileiro, pela Kawasaki Motores do Brasil. Estão nas concessionárias autorizadas as tetracilíndricas ZX-6R e ZX-10R, com poderosos motores de 600 e 1000 cc, e a Ninja 250R, uma bicilíndrica projetada para o uso cotidiano, urbano, uma atraente alternativa, econômica, ecológica e potente, na categoria 250 cilindradas. Motos que estão na fronteira tecnológica mundial.
Para comemorar os 25 anos, o Sr. Shinichi Tamba, o novo presidente da divisão Consumer Products & Machinery, da Kawasaki Heavy Industries, preferiu se dirigir aos concessionários da marca, lembrando que “Desde que me juntei a Kawasaki, há 37 anos, a maior parte do meu tempo foi gasto no desenvolvimento, testes e concepção de novos modelos. Como todos vocês sabem, desde os tempos primórdios quando a Kawasaki começou a produzir motos, foram introduzidos inúmeros modelos no mercado. Vários deles ajudaram a moldá-lo e alguns são reflexos de uma nova era na história do motociclismo.
2009 marca o 25o aniversário de um desses modelos, a Ninja. Para muitos, inclusive, os nomes Ninja e Kawasaki são sinônimos. Essa imagem forte não foi criada da noite para o dia, foi promovida por multidões de fãs da Kawasaki, como todos vocês, para quem a marca Ninja detém um significado especial. Como ex-engenheiro motociclístico, o fruto deste trabalho, capaz de impactar suas vidas, aquece meu coração. Então, eu acredito firmemente que agora é minha missão reforçar ainda mais a marca Ninja e introduzir mais modelos que exalem o caráter único da Kawasaki. Estou certo de que todos vocês têm muitas lembranças de suas experiências com as motos. E elas são a minha esperança de que, de novo, através de modelos enriquecedores de vida, possamos continuar a construir juntos uma grande memória.
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Produzida no Brasil Ninja 250R Custará R$ 15.550,00
Postado por Émerson Januário
Ter uma motocicleta com apelo esportivo é o sonho de muitos motociclistas. Porém, o preço elevado das “sport” de alta cilindrada acaba impedindo a concretização deste desejo. Assim, opções de menor cilindrada tornam-se uma alternativa mais acessível aos amantes de duas rodas e, nesta sexta-feira (21), a Kawasaki anunciou que a Ninja 250R terá o novo preço sugerido de R$ 15.550,00, diminuindo os R$ 18.800,00 cobrados anteriormente.O fato ocorreu devido ao início da produção da Ninja 250R no Pólo Industrial de Manaus, que começará ainda em 2009. Com este processo adiantado, a marca japonesa reduziu o valor da moto, inclusive, dos estoques remanescentes de unidades importadas. Outro produto que será montado no Brasil trata-se da naked Z750, que passa a custar R$ 33.990,00, em contrapartida ao valor antigo de R$ 39.900,00.

Perto de comemorar um ano de suas atividades oficiais no Brasil, a Kawasaki Motors do Brasil conta com 16 concessionárias espalhadas pelo país e, até o final do ano, a expectativa é alcançar 30 lojas. A marca também divulgou que mais novidades estão a caminho e serão apresentadas no Salão Duas Rodas, de 7 a 12 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.
Confira nova tabela de preços sugerido da Kawasaki (sem frete incluso):
Ninja 250R 2009 — R$ 15.550,00
Ninja ZX-6R 2008 — R$ 42.450,00
Ninja ZX-10R 2009 — R$ 58.800,00
Z750 2009 — R$ 33.990,00
Vulcan 900 Classic 2009 — R$ 35.550,00
KLX110 2009 — R$ 6.990,00
KLX110 Monster 2009 — R$ 7.299,00
KX65 2009 — R$ 13.800,00
KX65 Monster 2009 — R$ 14.800,00
KX250F 2009 — R$ 26.800,00
KX450F 2009 — R$ 32.500,00
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Kawasaki resgata mítico motor de 750cc
Postado por Émerson JanuárioFoi uma naked de 750cc que mudou o cenário mundial das motocicletas há quatro décadas. Em 1969, a Honda apresentava a CB 750, que marcou o início do domínio japonês no mercado de duas rodas e o consequente ocaso das tradicionais marcas européias. Agora 40 anos depois, desembarca no Brasil outra 750cc de origem japonesa: a Kawasaki Z 750.
Nem se compara ao impacto causado pela CB 750, eleita a moto do século passado, porém essa japonesa, além de chegar para disputar o acirrado segmento naked de média cilindrada, faz parte da primeira gama de modelos importados oficialmente pela Kawasaki do Brasil. A Z 750 traz motor de maior capacidade cúbica e design agressivo para enfrentar as já consagradas nakeds Honda CB 600F Hornet e Yamaha FZ-6N.
Design Diferenciado
No melhor estilo streetfighter (lutadora de rua, em inglês), em vez do tradicional farol redondo, a Kawa Z 750 conta com conjunto óptico com recortes angulosos e uma pequena carenagem na cor da moto que, no caso da unidade avaliada, era verde Kawasaki com detalhes em preto.
Mais que o motor à mostra, chama atenção a ponteira de escapamento em formato triangular. De tão inusitada, faz muitos pensarem que se trata de um item de personalização. Assim como a rabeta mínima com sua lanterna de LEDs e os espelhos de linhas retas. Enfim, harmoniosa de cabo a rabo, a Z 750 é uma moto bonita de se olhar – e, convenhamos, beleza nas motos também é fundamental.
Motor Liso
Assim como fundamental nessa categoria naked é um motorzão que funcione “redondo”. Adaptado às condições brasileiras, o propulsor de quatro cilindros em linha, oito válvulas (quatro por cilindro), comando duplo no cabeçote (DOHC) com refrigeração líquida acelera de forma impressionante. Resultado da bem acertada injeção eletrônica e do torque máximo de 8,00 kgf.m já a 8.000 rotações. Desempenho que faz a Z 750, literalmente, saltar na frente das concorrentes em acelerações – faz de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos.
Por outro lado, sua potência maior de 106 cavalos (4 cv a mais que a Honda Hornet) a 10.500 rpm não resulta em uma velocidade final muito superior. Na pista de teste, atingiu 234 km/h no belo painel digital, porém a velocidade real foi de decepcionantes 214 km/h. Não que a Z 750 seja uma moto lenta, porém com motor de maior capacidade e pinta de moto esportiva, esperava que “andasse” mais que as concorrentes.
Ciclística e Pilotagem
Depois de algum tempo com essa Kawa Z 750 na pista de teste, outra surpresa desagradável: apesar da proposta urbana e versátil inerente às nakeds, o banco tem espuma estreita e dura, cansando o piloto. Pior ainda deve ser a garupa que tem apenas um pedaço de espuma para se acomodar e não conta nem mesmo com alças de apoio.
Apesar do banco, o piloto fica em posição ereta e confortável. A Z 750 aposta em um guidão mais largo que outras motos da categoria. Certamente para compensar o reduzido ângulo de esterço do modelo, que dificulta manobras em baixa velocidade. Atrapalha também seu peso mais elevado (203 kg a seco) em relação à Hornet (173 kg a seco), por exemplo.
Já o desenho do tanque e a posição das pedaleiras fazem com que o motociclista se encaixe perfeitamente nessa naked Kawasaki. Com o potente motor à disposição, senti-me à vontade para “abusar” da Z 750. Nas retas era pura diversão ver o conta-giros de leitura analógica crescer na escala e a velocidade aumentar no velocímetro digital.
Até aí tudo “quase” perfeito. Não fosse pela decepção com essa Kawasaki nas curvas. Apesar das boas especificações - garfo invertido (upside-down) com regulagem da pré-carga, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira -, o acerto das suspensões na unidade testada estava “mole” demais. Bastava deitar que a frente balançava, girava o acelerador e o torque do motor fazia a roda traseira querer escapar nas curvas. Talvez com uma regulagem melhor esses sintomas possam ser minimizados. Vale lembrar que as rivais Honda Hornet e Yamaha FZ-6N não trazem ajustes no garfo dianteiro, mas nem por isso transmitem instabilidade nas curvas.
Porém, os freios da Z 750 merecem destaque. Além de belos discos no formato margarida, duplo na frente e simples atrás, proporciona uma frenagem eficiente e segura. Estão totalmente de acordo com o desempenho da motocicleta, sendo um dos pontos fortes do modelo.
Dessa forma, “sambando” nas curvas, acelerando para valer nas retas e freando com eficiência, a Kawa Z 750 chega ao Brasil com seu design agressivo para enfrentar uma dura concorrência. Uma luta ainda mais difícil se considerarmos que a naked da Kawasaki tem preço superior: R$ 39.990 contra R$ 35.000 da Hornet e R$ 32.200 da FZ-6N.
FICHA TÉCNICA:
Motor: Quatro cilindros, quatro válvulas por cilindro, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade: 748 cm³
Diâmetro x Curso: 68,4 x 50,9 mm
Taxa de compressão: 11,3 :1
Potência máxima: 106 cv a 10.500 rpm
Torque máximo: 8,00 kgf.m a 8.300 rpm
Câmbio: 6 marchas
Quadro: Espinha dorsal tubular em aço
Transmissão final: Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
Suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido (upside-down) com regulagem da pré-carga da mola e 120 mm de curso
Suspensão traseira: Balança monoamortecida com amortecedor a gás e regulagem de 7 posições na pré-carga da mola e 125 mm de curso
Freio dianteiro: Disco duplo de 300 mm de diâmetro em forma de margarida e pinça de pistão duplo
Freio traseiro: Disco simples de 250 mm de diâmetro em forma de margarida e pinça de pistão simples
Pneu dianteiro: 120/70 ZR 17
Pneu traseiro: 180/55 ZR 17
Comprimento: 2.085 mm
Largura: 805 mm
Altura: 1.100 mm
Altura do assento: 815 mm
Distância entre eixos: 1.440 mm
Tanque de combustível: 18,5 litros
Peso: 203 kg
Cores: azul, preta e verde
Preço: R$ 39.990,00
Fonte: Agência Infomoto
Por: Arthur Caldeira
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Kawasaki KLX110 Tem Versão Monster
Postado por Émerson JanuárioSurgindo como opção de lazer, tanto para pilotos iniciantes como para adultos que desejam se divertir, a KLX110 chega ao Brasil. Apresentada esta semana oficialmente pela Kawasaki, a motocicleta está equipada com um motor monocilíndrico de 111 cm³ e muita disposição para entretenimento.
De acordo com a marca japonesa, o propulsor é capaz de gerar até 6,3 cv de potência a 7 000 rpm. Já o torque máximo é de 0,7 kgfm a 4 500 rpm. Outro diferencial da pequena máquina é o fato de ter a transmissão semi-automática de três velocidades, através de uma embreagem centrífuga.
Desse modo, é ideal para crianças que ainda estão aprendendo a pilotar e não estão acostumadas ao sistema de embreagem tradicional. Mais fatores voltados para os guris, nesse caso prezando a segurança, tratam-se de o motor dar partida apenas em ponto morto. E possuir um botão de parada do de funcionamento do propulsor, além de um limitador de velocidades.
A Kawasaki projetou uma suspensão superdimensionada para a LX110. Possui um garfo telescópico de 30 mm, com 110 mm de curso. Na traseira, está equipado com um monoamortecedor de 107 mm. Os pneus são de 14” (frente) e 12” (traseira). Com um peso de 65 kg e altura do solo de 65 cm, a KLX está disponível em duas versões: a lime Green (R$ 6 990) e a edição especial Monster Energy (R$ 7 299).
A versão especial conta com o visual das motocicletas de competição da Kawasaki, patrocinada pela Monster Energy. Outros modelos apresentados na ocasião foram a Ninja 250R, Z750 e Vulcan 900 Classic. Assim, juntam-se às esportivas e ZX-6R, já comercializadas no Brasil.
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Kawasaki - Ninja 250R
Postado por Émerson Januário
Pequena esportiva da marca “verde” de 33 cv chega às lojas em maio.
Um dos lançamentos mais aguardados do setor de duas rodas finalmente rodará nas ruas brasileiras. A Kawasaki Motores do Brasil apresentou nesta terça-feira (7) a Ninja 250R, uma motocicleta que tem tudo para agradar os consumidores do país. Com o início de suas vendas em maio, a “Ninjinha” segue o estilo das esportivas maiores da marca — ZX-6R e ZX-10-R.
A novidade japonesa está equipada com um motor bicilíndrico 4T de 249 cm³ alimentado por injeção eletrônica. Apesar da cilindrada relativamente baixa, a máquina é capaz de atingir 33 cv a 11 000, de acordo com a Kawasaki. Além disso, sua carenagem proporciona uma melhor aerodinâmica em relação a modelos naked.
O chassi foi desenvolvido para ser confortável e esportivo ao mesmo tempo. Para ter mais agilidade, a Ninja 250R possui rodas de aro 17” e pneus de perfil baixo. Como a gasolina brasileira possui etanol, a Kawasaki fez um trabalho específico na motocicleta para adaptar-se ao nosso combustível.
Assim, a “Ninjinha” chega para brigar com a Kasinski Comet GTR 250, única motocicleta com características próximas a moto japonesa. Além disso, pode ser uma opção a proprietários de Twister e Fazer que almejam prestações mais esportivas. Disponível a partir de maio no Brasil, a Ninja 250R tem preço sugerido de R$ 18.800,00.
Mais novidades da Kawasaki
Com o início de suas operações oficiais no Brasil em 2008, a Kawasaki aproveitou o evento de hoje para apresentar outras motos de sua linha. Os outros lançamentos foram a naked Z750 (R$ 39 990) e a off-road KLX 110 (R$ 6 990), que também chegam em maio, e a Vulcan 900 Classic (R$ 38 900), à venda em julho.
Desse modo, as novidades unem-se a esportivas ZX-6R (R$ 48 900) e ZX-10R (R$ 58 900), já vendidas no Brasil.
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Kawasaki - Vulcan 900 Classic
Postado por Émerson JanuárioVulcan 900 Classic possui motor de 903 cm³ e chega às lojas por R$ 38 900
Os amantes de motocicletas e boas viagens acabam de receber uma alternativa no país. A Kawasaki lançou a Vulcan 900 Classic para brigar com as máquinas de outras marcas disponíveis na categoria custom. Assim, entra na competição com os modelos da Harley-Davidson, Honda, Suzuki e Yamaha.
A Vulcan apresenta um visual bem característico e agressivo. Segundo a própria Kawasaki, a moto segue o estilo low rider, com longa extensão — 2 465 mm — e assento baixo — 680 mm. Assim como os outros produtos da marca, a custom foi preparada para as condições de uso no Brasil.
O motor que equipa a Vulcan é um V-Twin de 903 cm³ com injeção eletrônica. Enquanto sua potência máxima é de medianos 50 cv, o torque chega a brutais 8,0 kgfm a 3 700 rpm. A distância entre-eixos é de 1 645 mm e garante a estabilidade da motocicleta na estrada.
A Vulcan chega às concessionárias por R$ 38 900 e une-se a ZX-10R, ZX-6R, Z750,Ninja 250R e KLX110, já lançados pela Kawasaki no Brasil.
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